Fechar
contatos

iD Studio de Arte & Comunicação
Tels: (55) 11-4268-0685 / 4828-2636
e-mail:
Estado de São Paulo - Brasil
<Não estamos contratando neste momento>

Contatos
Quarta, 08 de Setembro de 2010
iD Studio logo
Naturalist Design

Componentes & Projetos:

Restauração de Fotos
MartaFotos
História & Arte
história e arte
Nova Consciência
iD Studio
Loja Online
loja online
Visitantes online: 1 
Conhecimento Essencial - Página 2 E-mail

index Índice Flutuante

1 - O QUE É IMPORTANTE E O QUE NÃO É

É comum confundirmos isso e, embora pareça óbvio ou desnecessário tratarmos disso, é preciso lembrar que as pessoas tem os mais diversos panos de fundo e, como vimos  num rápido olhar na página anterior, a humanidade sequer concorda com os fundamentos da vida humana com unanimidade, então temos de esclarecer nossa visão disso primeiro. É importante assimilarmos aquilo que PODEMOS saber na nossa atual capacidade e não é importante insistir naquilo que NÃO PODEMOS alcançar em nosso atual estágio de compreensão e evolução, embora possamos ampliar isso aos poucos com o bom exemplo dos que já estão à nossa frente. Insistir debater o que não é importante ou possível determinar é perda de tempo ou distração ociosa proposital. Aquilo que É IMPORTANTE, é o que chamo de Conhecimento Essencial, aquele conjunto de informações que nortearão nossas escolhas seguintes. Essa é uma das barreiras que nos impedem de avançar e por isso é nosso ponto de partida, um fenômeno que provoca a dispersão de nossas melhores energias mentais e físicas resultando em poucos resultados úteis e verdadeiros, quando deixamos de lado tanta coisa sobre as quais não queremos agir.

earthiconNossa busca então tratará primeiro dos fundamentos de nossas crenças e mesmo parecendo que os tópicos são simples e óbvios, e são, na verdade há muita confusão justamente nesses assuntos fundamentais sobre os quais o Homem ainda não chegou a um denominador comum por incrível que pareça, bem no limiar do ano de 2010! Mesmo assim, se acha no direito e preparado para decidir sobre questões de clonagem, abortos, eutanásias e transgênicos, por exemplo, fazendo intervenções sérias na natureza sem ao menos (oficialmente) saber se sua própria Alma ou o Criador existem e qual o sentido REAL disso tudo, qual o SENTIDO DA VIDA! Isso sem contar as 1001 superstições sobre a vida após a morte, insiste em encarar a incessante matança de animais em matadouros como algo normal, gerando dívidas coletivas indescritíveis, enquanto cria a si e sua família com a alimentação artificial e morta dos supermercados e ainda nutre a fobia de germes, dor e vírus, como inimigos a serem combatidos a qualquer custo, enquanto se desconhece ainda o que realmente acontece com questões diárias como alcoolismo, depressão, drogas, suicídios, abortos e etc., evita ver o imenso choque de retorno que está gerando para si e a responsabilidade pelo efeito real da publicidade e do jornalismo diário, das notícias alarmantes e manipuladas que impedem a real compreensão da situação mundial e individual que vivemos neste momento e do que estamos oferecendo para nossas crianças e os animais do mundo, para citar alguns dos aspectos mais graves. Em outras palavras, a ignorância ou a falta de consenso nas coisas simples, mas fundamentais, levam a grandes desatinos pois as decisões provém dessa base sem solidez e sem legitimidade para representar os melhores interesses do Planeta que nos dá vida ou da Humanidade que espera dos seus intelectuais, a justa liderança para o Bem Comum.

Estabelecendo-se os fundamentos podemos saber melhor o que tudo isso realmente significa. É uma busca, que realizaremos juntos, deixando de lado velhos chavões convenientes como "ser dono da verdade" e o gosto pelas "polêmicas" e debates ruidosos já tão enraizados e automáticos em tantas pessoas que se deixaram educar por essas aberrações, abafando sua Voz da Consciência acostumando-se a achar normal o argumento das maiorias, o sensacionalismo barato e a atitude de um ateismo ou ceticismo (que diz ser escudado na 'ciência' mas que é praticado fervorosamente com a 'fé' e os dogmas de uma ah...religião!) como exemplos de isenção de raciocínio e direito a múltiplas e infindáveis opiniões que nunca concluem nada importante para suas vidas, (além do direito aos 'pontos de vista'..) pois não pretendem aceitar nada que implique em mudanças em suas vidas, pondo a descoberto o 'vale de lágrimas' de tantas idéias equivocadas, ainda ignorando que não se pode proteger esse modo de vida e fugir para sempre dos resultados disso. Tem uma hora que a casa cai. Opiniões divergentes são úteis ou legítimas quando apoiadas na sincera busca pela Verdade comum e  propostas com sensibilidade e respeito, senão serão apenas um emblema de uma ideologia qualquer ou servirão mais para fomentar rivalidades ou ainda chamar atenção para a ignorância fundamental que a pessoa tem sobre um dado assunto antes de divergir. Uma busca sincera e corajosa precisa saber se abster desses hábitos culturais inúteis e das fórmulas de comunicação e debate viciados, portanto intimamente desonestos, muitas vezes herdados de familia ou adquiridos na profissão, se quiser avançar.

"Na medida em que as leis da Matemática se referem à Realidade, elas são imprecisas; na medida em que elas forem precisas, não se referem mais a Realidade" -Albert Einstein em Geometria e Experiência (Janeiro de 1921).

Aqui, na quietude da alma, vamos nos valer dos melhores recursos disponíveis: a lógica da razão com a visão espiritual das coisas, sem partidarismo religioso ou místico, conjugados à sabedoria universal que sempre existiu no mundo e nossa melhor intuição e bom senso para a síntese de tudo, lembrando que somente o raciocínio é insuficiente para abarcar questões que nunca foram só materiais ou separadas como supõe e impõe a ciência oficial. É como tentar descrever para alguém TODA a realidade e experiência de uma Quarta Dimensão, estando com sua preciosa MENTE RACIONAL situada apenas na Terceira Dimensão... ou, em termos mais mundanos, esperar que um pássaro possa explicar as maravilhosas sensações de voar, os ventos, as nuvens e as cores e como é ver o mundo do alto a um peixe que nunca deixou o fundo do oceano e só sabe rir ou ficar entediado com o que não pode conceber...

Querer desvendar a verdade inteira só com o uso do raciocínio da porção física da mente humana é tolice porque ignora suas limitações e não leva em conta outras Realidades além da matéria, como veremos. Da mesma forma como já aprendemos que os olhos não vêem tudo, usamos máquinas para "ver" nas outras ondas de luz (raios-X, gama, ultravioleta, infravermelho etc.), e aceitamos o que elas nos mostram mesmo sem ver por nós mesmos e poder pegar nas mãos, também o cérebro físico é limitado e é preciso ativar outros recursos intuivo-espirituais, outros Centros de Percepção Elevada que todos temos para entendermos a Realidade noutras frequências, pois ainda não há máquinas para isso para as massas...

Também não nos demoraremos aqui analisando e repisando a vastidão de detalhes e caminhos histórico-culturais que, além de poderem ser consultados a qualquer momento noutros lugares caso se queira complementar algo, é contrária à proposta de síntese e resumo que oferecemos aqui: para não perder tempo com estudos infindos para chegar ao mesmo lugar!

ok Vale atentarmos para algumas das armadilhas comuns que atrasam, estragam ou bloqueiam essa busca, antes de irmos mais adiante:

  • Ter queda por análises cultas complexas, longas e lentas, ou idéias mirabolantes e malabarismos mentais como sendo a forma racional de se estudar algo: lembremos sempre que a Simplicidade e a Humildade são os apoios legítimos e indispensáveis da Inteligência bem aplicada que leva à Sabedoria
  • Se deixar empolgar ou envaidecer pela erudição e pelo conhecimento de milhares de referências inúteis que distraem do ponto em questão
  • Estar preso a qualquer sistema de ocultismo, cabala, filosofia ou religião que colore a visão pura da Consciência que busca
  • Estar preso pelo sistema cético-científico-materialista-ateu à ponto de não mais poder ver algo sem esse "filtro"
  • Ter medo de despertar para uma noção que mostre que a noção vivida até agora possuia graves distorções
  • Estar muito acostumado, até inconscientemente, ao péssimo e perigoso hábito de 'mentir para si próprio', levando a distorcer a maioria das conclusões e responsabilidades percebidas ao longo de um exame de consciência perante os Fatos, procurando justificar tudo para não admitir nada que tenha importância real
  • Ter o hábito até inconsciente de usar o conhecimento espritual-científico para vantagem própria, no desconhecimento real das leis que governam a Vida
  • Já possuir um certo grau de conhecimento espiritual-científico mas estar preso, até inconscientemente, a certas distorções no seu entendimento e sua aplicação, estando acostumado a exigir da Vida seus "direitos", em eterno estado de revolta por não realmente entender como as coisas funcionam
  • Ou, ao contrário, não ter pano de fundo algum mas querer assim mesmo forçar as noções da Realidade Maior a se adaptar à sua forma de visão limitada diária, "traduzindo-a" à seu modo
  • Estar demasiadamente condicionado pelo ensinamento em faculdades/universidades e pela vida diária de sua profissão ali forjada e pelo seu jargão, fórmulas e técnicas de falar, ouvir e formular objeções com raciocínios capciosos e sofismas
  • Ainda estar sob influência forte dos principais defeitos humanos como arrogância, inveja, ciúme, vícios, despeito, preconceitos, etc., mesmo inconscientemente
  • Querer obter vantagens através uma leitura fria de "segredos" que almeja saber sem se expor
  • Ter a eterna atitude dispersiva de buscar mil referências externas sem nunca concluir nada internamente, num constante escape de mil ramificações do assunto principal como se isso fosse análise "profunda ou abrangente"
  • Já ter perdido o controle sobre si mesmo, pelo excesso de malabarismos mentais, estudos exagerados em todos os lados do saber humano como busca de conhecimento ou ainda, pelo uso inadequado de substâncias estimulantes ou que criam estados alterados de consciência, angústia, etc. (estes nem deveriam estar aqui lendo: se for o seu caso, veja a advertência no fim da página inicial e procure cuidar-se primeiro)
  • Ser agitado demais, atropelando os assuntos, sempre em busca do "novo", na pressa de mais antes de assimilar o que já existe, ou ainda ter o mau hábito de exigir "provas" imediatas quando lhe convém, ou querer respostas resumidíssimas e prontas para não "perder tempo lendo porque é chato"
  • Estar preso aos esquemas desgastados e desgastantes de "pontos de vista", "polêmicas" e "ninguém é dono da verdade" como sua forma principal de "enfrentar" o que ainda não conhece, empobrecendo qualquer busca sincera e profunda com noções baratas e lugares-comuns batidos e pobres

Tendo nos livrado dessas roupagens primeiro, comecemos então, com a mente crítica calma e aberta, seguindo um caminho lógico e interessante:

2 - SE SOMOS LIVRES, PODEMOS FAZER ESCOLHAS

Mas para fazer escolhas, recorremos à nossa visão da vida, do mundo e de nosso papel nele. Uma escolha é o início de uma TRAJETÓRIA. O que define a qualidade dessa trajetória é justamente esse arcabouço de noções em que nos baseamos para lançá-la.  Assim sendo, é lógico olharmos para isso primeiro. Nossas noções são mesmo nossas, ou adquiridas de outros, dos meios de comunicação ou das maiorias? O que é nossa intuição e o que é apenas o hábito de imitar o que vemos à nossa volta como sendo "seguro" acreditarmos porque todos acreditam (a cômoda mas falsa segurança de se estar enturmado com outros seus iguais)? É nosso EU quem define tais escolhas ou são nossos medos e covardia? Se escolhemos por medo ou por influências manipuladoras externas, seja de que tipo for e mesmo que temporáriamente justificáveis e compreensíveis como para proteger a profissão do possível ridículo e consequente perda de rendimento etc., então não somos livres. Se não somos realmente livres, por que tanto alarde sobre liberdade, por que tanto festejar dispersivo? Por que fingir que tudo não existe, por acreditar que nada se pode fazer? Não se pode ser livre um dia sem sabermos, admitirmos e nos livrarmos disso primeiro. As máscaras (sejam as "personalizadas" ou apenas imitando outras pessoas) só nos impedem de encontrar as verdadeiras respostas para nossa condição e trajetória.

Depurando nossas noções teremos mais condições de nos aproximarmos de uma liberdade verdadeira pois nossas escolhas serão baseadas no que É importante, sem fugir mais de nosso verdadeiro EU.

Também não há liberdade nas opiniões policiadas para serem iguais aos da maioria. Policiadas, mesmo bem-intencionados, por familiares, amigos e colegas de profissão. Há também graves distorções no que se concebe por "opinião" e o direito aos famosos "pontos de vista". Onde não há consenso do que é verdadeiro, TUDO cai na vala comum dos "gostos pessoais" de cada um. A obsessão pelo estilo de debate baseado em "controvérsias e polêmicas" - uma armadilha comum do método jornalístico aprendido na escola para ser usado em larga escala - visa justamente raramente concluir algo importante: pois tudo é válido como ponto de vista apenas.

"Há muitos Fatos, mas só uma Verdade."-Rabindranath Tagore (O maior poeta, contista e dramaturgo moderno da India).

Deveria ser óbvio que questões como preferências de cor, paladar, vestimenta, lazer, etc. são do ponto de vista e direito pessoal de cada um (mesmo quando baseadas em conceitos invertidos e danosos!). Mas nunca poderiam ser vistos assim questões existenciais fundamentais como: direito a aborto, suicídio, existência de um Criador, da Alma do ser humano e do resto da criação, a finalidade da vida, reencarnação, evolução, a responsabilidade para com o reino animal, etc. A existência de controvérsias nestes setores são evidência do estado confuso e enfermo da nossa humanidade e nunca uma questão de direitos religiosos ou culturais. Pode-se respeitar o livre-arbitrio da escolha de uma religião ou cultura de aprovar práticas contrárias à Vida, mas é preciso ter uma noção clara de que tal coisa seja ou não errado do Ponto de Vista Universal que nunca pode estar sujeito a controvérsias, senão nunca teremos uma base sólida sobre a qual avançarmos! Dividir e conquistar: essa estratégia militar antiga vem sendo levado a efeito na sociedade pelos repetidores inconscientes e pela mídia para nos enfraquecer como humanidade, travestido de "direito de escolha", quando muitas vezes é só grave ignorância das Leis da Vida que não pertencem só a esta ou aquela religião ou cultura, mas deveria ser um patrimônio de uma Humanidade Esclarecida, pronta dessa forma, a ajudar os povos e indivíduos que ainda estão perdidos pelo caminho, em descompasso com a Vida Real. Isso não é religião, é ter um núcleo de coisas bem fundamentadas, porque já deveríamos ter a maturidade como Humanidade para isso! Se não temos, também não poderíamos estar fazendo outras tantas coisas que fazemos...

Acontece ainda que não temos ou não permitimos que haja NENHUMA pessoa ou grupo autorizado pela sua cultura, conhecimento espiritual-científico, inteligência, capacidade, moral, honestidade à toda prova, isenção quanto a partidos e religiões e de integridade a nos representar, para dirimir sobre estas questões fundamentais! O que resta então: milhares de livros com opiniões opostas de um lado e revistas e programinhas de Tv para "debates" do outro e nós no meio. Estranha essa liberdade que temos de escolher entre uma confusão e outra, sem nunca termos certeza de quase nada que seja importante! E quanto às "certezas" que julgamos já ter, muitas estão terrivelmente equivocadas, pois são certezas de maiorias manipuladas e não baseadas no Conhecimento Universal da Humanidade que sempre existiu mas que não sabemos consultar sem aqueles vícios travestidos de "racionalidade". Este conhecimento é ocultado, ridicularizado quando vem à tona, polemizado e eventualmente descartado pois não "se encaixa' no modo de vida que escolhemos. Agora estamos escolhendo?

Ou seja: Se o suicídio, ou ser homem-bomba, por exemplo, traz consequências gravíssimas no além-túmulo, de nada adiantará aceitarmos sua prática como um "ponto de vista", uma escolha do indivíduo pela sua "cultura" ou "estilo de vida", ou mesmo ser da religião da pessoa que acredita ser ok. A Lei se aplicará de qualquer forma. Ou será que por ignorar a lei da gravidade, ou não ser do seu "gosto" uma pessoa não cairia se pulasse de um prédio? O mesmo acontece com as Leis da Vida: só falta assimilarmos isso de uma vez por todas e isso se aplica a questões básicas como tabagismo, alcoolismo, alimentação carnívora e artificial, vícios e inúmeras outras coisas que nos permitimos fazer porque não há consenso sequer ainda sobre se há ou não consequencias além das materiais, e estas só porque finalmente a ciência vem admitindo aos poucos, conforme convém para não impactar nos lucros, apenas quando nào consegue segurar mais em vista do lento despertar do homem comum.

Um rápido exemplo: Todos conhecemos pessoas até inteligentes cuja desculpa para continuar fazendo isso ou aquilo sempre é a brincadeira de "vou morrer mesmo! (então vou viver como me dá prazer)", tentando ainda impressionar os ouvintes com a palavra "morte" ou ainda "o corpo é meu e faço o que eu quiser!". Quando bastaria saber que morrer é trivial, todos vamos morrer, mas o que importa aqui são as consequências após a morte tanto pelo seu aprisionamento, no caso de vícios, que NÃO se extinguem com a morte do corpo, pelo contrário são multiplicados sem poder satisfazer-se como antes, podendo levar a diversos estados de loucura e obsessão, como pelo envolvimento grave com forças negativas e entidades malévolas tanto agora como depois, frequentemente manipulado por elas, como ainda pela sua qualificação como suicida, por ter encurtado a vida útil do corpo físico, resultando em imediato aprisionamento (por simples atração de semelhantes) em locais terríveis no além-túmulo onde se aglomeram desatinos similares por décadas e ainda sem ter outra chance tão cedo de conseguir outro corpo para fugir ou consertar as consequências, quando "lá" se sente os efeitos muito mais do que aqui, onde temos o "biombo da carne", o corpo físico, para nos proteger! Como rir disso? Como continuar agindo como uma criança mimada que bate o pé e diz "mas eu quero!", sempre fugindo e se  escondendo atrás de sofismas e da ilusão da proteção dos números de seus iguais que pensam o mesmo e nisso apostam seu futuro, quando a ciência favorita NÃO sabe (ou não admite saber) se estas consequências existem ou não? Na dúvida, seria prudente e sinal de inteligência apostarmos que num Universo ordeiro de causa e efeito não haveria consequências para o que fazemos ou deixamos de fazer?

O que é cultura senão onde nós estacionamos por longos períodos no caminho da Evolução? Preservar a ferro e fogo uma cultura em nome da diversidade é nunca evoluir e ser cúmplice das consequências de qualquer coisa nefasta que nela houver. Preservar o canibalismo por exemplo não seria um dever já que é a cultura de algum povo? Quem se atreve a dizer que isso é algo natural numa fase mas que precisa ser abandonado um dia e que se preservamos, tais coisas, como 'cultura' nunca avançamos? Pensemos nas tantas coisas que achamos ser sagrado preservar, como os tais patrimônios 'históricos' etc., quando muitos são só exemplos de um passado pouco esclarecido, mais denso ou triste que deveria dar lugar a noções mais limpas, leves e progressistas, limpando o local das emanações do que ali ocorreu para nova semeadura, enquando coisas urgentíssimas como as crianças expostas nas ruas diáriamente na nossa sociedade moderna nunca são resolvidas com tanto preciosismo.

Não é necessário o oposto, ou seja, destruir a cultura em nome de um progresso imposto: não se conclua o que não está sendo dito aqui. Trata-se, óbviamente de não incentivar voluntáriamente e por ignorância a preservação do fútil e do nocivo, do atrasado e do denso, do bizarro e do primitivo como "patrimônios"! Deve-se incentivar o progresso das idéias e proporcionar os meios de esclarecimento sobre todas as coisas, para que evoluam mais depressa naturalmente, sem radicalismos mas também sem "ficar em cima do muro" sobre o que importa e é possível se ter um consenso. Muita coisa que parecem ser "esclarecimentos" e novas atitudes positivas, são apenas novas distorções com uma roupagem de visual moderno e impactante, feita pelos profissionais da comunicação antenados nas tendências que melhor impactam e que serão receptivos aos gostos da população do momento... A educação de um Conhecimento Essencial, a médio e longo prazo, é o meio para se lançar uma nova semeadura verdadeira aqui e ali...

Há diversas coisas muito graves que precisariam ser colocadas nos seus devidos lugares um dia, como as situações que se repetem diáriamente ('educando' propositalmente as massas e as crianças) mas que revelam nossa forma já aceita de encarar as coisas, como noticiar que se corre para proteger e salvar bois de uma enchente, por exemplo, quando seu destino verdadeiro em seguida é o matadouro, nisso não há Sociedade Protetora dos Animais? ... proteger especies em extinção, as baleias etc., mas criá-los em cativeiro depois para abate e ninguém considera os bois e as aves merecedoras de proteção contra os matadouros... salvar com helicóptero e paramédicos em modernos veículos e cenas dignas de um comercial de plano de saúde um indigente atropelado na via quando normalmente este seria deixado na rua com total indiferença se não fosse o atropelamento, sem ligar se tem meios de cuidar da saúde... o mesmo acontece a vitimas de cataclismas que devem ser socorridos a qualquer custo, cavando noite adentro, quando no dia-a-dia podem estar morrendo de fome nas ruas e tais grupos de resgate e a sociedade não se importam pois não é de sua 'competência' e mesmo existindo o auxílio aos necessitados sem ser em tempos de desastres, nunca realmente resolvemos o problema pois é de senso comum termos entidades assistencias "para sempre"... ou ainda enternecer crianças com "bichinhos" e filhotinhos fofinhos e filmes fracos e tolos, água-com-açúcar, quando elas em seguida são insensíveis à mortandade brutal de novilhos nos matadouros para satisfazer seu precioso lanche da tarde ou passeio num belo dia de sol, folheando alegremente seus livrinhos de 'consciência ecológica' que não promovem justiça, respeito e proteção a TODAS as formas de vida, somente ao que está na moda do politicamente correto do momento... a lista é longa.

"Nada beneficiará tanto a saúde Humana e aumentará as chances de sobrevivência da vida na Terra quanto evoluirmos para uma dieta vegetariana" -Albert Einstein. 

Pensamos (e nos é dito todo dia pelas mídias) que saímos do obscurantismo das superstições do passado recente com as vantagens da ciência positiva que trouxe uma nova luz de racionalismo sensato, novas noções de higiene, nova esperanças de uma longevidade sadia etc. Em parte isso é verdade: era NECESSÁRIO, como uma imposição histórica natural dentro do curso da Evolução, que se fizesse luz positiva sobre tanta ignorância e desatinos do passado recente, tanto na religião como na ciência, só que nisso houve pelo menos dois enganos graves. Primeiro, só se está vendo o passado RECENTE, a da História Oficial do mundo, quando houve eras brilhantes de muito conhecimento verdadeiro muito ANTES dessa história recente, fatos que vem sendo abafados, recontados de forma tola para distrair, destruidos propositalmente através de bombardeios em locais que foram berço da humanidade (sítios arqueológicos que contém revelações) durante uma guerra fabricada qualquer com o objetivo de remover, dificultar o estudo, diluir e finalmente fazer esquecer o verdadeiro passado a cada nova geração (como se só o novo, a 'descoberta sensacional' do momento importam e são verdadeiros por serem a conquista do positivismo e da ciência racional do homem moderno...), não sem a ajuda dos livros de história reescritos sempre de forma mais diluída, 'pasteurizada' e superficial. Segundo, porque tal positivismo veio embrulhado num pacote onde predomina agressivamente a visão materialista-mecanicista do mundo, do dualismo férreo do Bem e do Mal do universo Cristão de supressão do conhecimento anterior, de uma sociedade cuja figura central passou a ser propositalmente alterada para ser a do homem (força horizontal - realizador na matéria na fase Terra do nosso planeta) quando antigamente a figura feminina era a mais importante (a noção clara de Gaia, a Mãe Terra, protetora, fecunda, inspiradora - força vertical - por ser mais conectada com o Alto e com as forças invisíveis da Natureza, personificando-a) além do não aproveitamento, reconhecimento, proposital-manipulado de tudo que havia de CERTO e SÁBIO, mesmo nesse passado recente, que se desdenha hoje como ignorante obscurantismo. Com isso, a perda foi enorme e fez com que o positivismo-racional ficasse a serviço da desconexão do Ser com a Mãe Terra, com seu Criador, consigo mesmo... como atesta nossa caótica, perdida e enferma sociedade moderna apesar de todas as revoluções tecnológicas, progressos, confortos e da enxurrada de livros, exaltação da cultura e receitas para o bem viver. Mesmo o atual despertamento ecológico que está acontecendo fica muito acanhado, prejudicado e tapado se só visto à luz desse positivismo utilitário materialista.

Visão mecanicista significa ver toda a Criação apenas como uma máquina com peças, nosso corpo apenas como uma máquina, fruto da combinação ao acaso disso e daquilo que nos trouxe até aqui pela sorte e que pode ser explorado, manipulado ao bel prazer do Homem para até melhorar a Natureza, corrigindo sua "falhas' como os nascimentos de pessoas com defeitos, transgênicos, clonagens, abates de animais em massa para consumo, fertilização in-vitro, remoção do que não se quer, alterar o corpo para aparências externas, interferir em todos os processos da vida pelo mapeamento do Genoma Humano (!) e etc...

A falta de noção nesse terreno, leva a TUDO ser questionado de forma infindável, com o resultado previsível de se admitir também TUDO como se fossem apenas escolhas do direito desta ou daquela cultura ou religião, coletividade ou indivíduo, levantando a eterna bandeira da "diversidade" que é preciso ter mesmo que enferma em muitos casos, pois o ser humano ainda não sabe o que é certo ou errado em quase nehuma área e ninguem tem "autoridade" (ou a temeridade!) de definir algo que seja comum a todos com força de "lei" para ser respeitado e aplicado em nossas decisões cotidianas, seja na definição de crimes e penas ou até para definir curriculos escolares que não propaguem inverdades, educar os filhos para a vida, apoiar esta ou aquela proposta artística que mereça patrocínio, aplaudir esta ou aquela vertente de música, saber o que deve ser considerado alimentação ou não para o homem de hoje e por ai vai. Essa também não é a verdadeira liberdade do Ser.

Mas a Vida sabe prosseguir na marcha da Evolução e onde nos omitirmos a vida proporcionará a 'massa crítica' lentamente até que ALGO seja admitido um dia como verdadeiro entre as massas. Nós poderíamos acelerar esse processo em tantas coisas que podemos saber ao invés de esperar a dor nos visitar para aprendermos. Onde está agora o Ser inteligente e livre mas que não pode usar essa inteligência e liberdade para definir nada sem ser atacado pelos defensores da 'multiplidade de opiniões a qualquer custo', à semelhança do 'ouvinte' de rádio ou o 'telespectador interativo' cuja opinião é muito importante (para a audiência e manter a variedade) mas nào de verdade, pois a fila precisa andar e sempre tem outras pessoas com outra opinião que também só serão "importantíssimas' por 5 minutos ou menos. O vazio que fica é assustador mas quem está notando, quando o importante é rir, festejar ou procurar a distração preferida?

3 - QUERO SABER A VERDADE

A Verdade Final sobre estas questões fundamentais não pode ser atingida num estalo. Querer isso é estacionar nas coisas que Não São Importantes, como foi dito acima. Querer isso dá provas de se ter ainda uma curiosidade ociosa, aquela que quer tudo na mão, fácil e rápido, sem esforço próprio, portanto sem merecimento, caso se pudesse ter Toda a Verdade nas mãos para ofertar.
 
A Verdade, que valer esse nome, é atingida POR APROXIMAÇÕES, em que, a cada novo nível que atingimos, temos condições mentais, psíquicas e espirituais de compreendemos mais a respeito da Realidade. O que É IMPORTANTE é assimilar e FAZER aquilo que nos é dado compreender e fazer em cada nível de desenvolvimento, certos de que teremos acesso a MAIS quando merecermos e formos capazes de assimilar conceitos mais avançados que os de hoje. Você esperaria que uma criança pudesse compreender, por exemplo, um conceito matemático abstrato? Nem eu. Então, o que você diria a essa criança se ela lhe pedisse para esclarecer "toda a verdade sobre a matemática"?
 
Por 'merecimento', entenda-se não um prêmio dado por um velhinho de barbas (Deus) ao menino obediente, mas a noção um tanto mais avançada digamos assim... de um Reflexo de Retorno dado automáticamente pelas Leis que governam a Vida. Leis sábias que dão conforme a capacidade do ser e isso inclúi merecimento, mesmo que este ser depois utilize mal o que recebeu, por força do seu sagrado Livre-Arbítrio, mas como isso também está na Lei que não pode ser enganada pela astúcia humana, o retorno disso também estará garantido 'por direito' do ser que assim ESCOLHEU agir, não há com que se preocupar... ou há?
 
Portanto não se trata de enrolar, esconder, escapar de responder à pergunta. A pergunta já é infantil ou desonesta, dependendo se a pessoa desconhece esses fundamentos ou se está só brincando de querer saber. A Lógica é também algo sagrado e não pode ser usada para sofismas*.
 
*SOFISMA: "Do grego antigo σόϕισμα-ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos". Na Filosofia significa usar um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às suas próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentado-a sob esquemas que parecem seguir as regras da Lógica". [definição de dicionário]
 
"Uma mente que for toda feita só de lógica será como uma faca afiada sem cabo, feita só de lâmina: sempre fazendo sangrar a mão que a usa" -Rabindranath Tagore (O maior poeta, contista e dramaturgo moderno da India).

Nós, Seres Humanos, neste nível em que estamos, sempre queremos burlar a Lei, dar o mínimo em troca do máximo, querer sem merecer, querer ociosamente, saber só por curiosidade e não para fazer algo a respeito, querer saber demais quando disso não depende sua felicidade e realização. Enfim: na Economia da Vida, querer dar o mínimo para obter a qualquer custo o máximo, é o caminho mais curto para a dor e a doença, sejam elas físicas, psíquicas ou morais, pois a vida não tolera desequilibrios para sempre. É preciso entender que subir requer ESFORÇO nesta extremidade do Universo material em que nos encontramos, não há atalhos fáceis e a Lei é para todos: para o ignorante que ignora e o culto que sabe mais, cada um recebe as oportunidades que precisa mesmo que não perceba. A mesma Lei que cuida muito bem de sistemas solares, galáxias, plantas e animais, também não deixa ninguém à deriva ou desamparado, mesmo que pense ser injustiçado ou que outros o são: tudo isso é apenas nossa falta de percepção, anestesia individual e coletiva, hipnotizados que estamos, contínuamente pela ilusão da realidade diária, por se deixar fascinar pela ilusão e deixar que os meios de comunicação o reforcem diáriamente, por não vermos as oportunidades que tivemos ao longo da vida para aprender, escolher, fazer, seguir ou evitar.

Depois da 'morte' do corpo físico que nos abriga nesta experiência, retornamos à pátria espiritual adequada ao nosso nível, também chamado de Mundo Astral ou quarta dimensão. Naturalmente, existem dimensões acima desta que nem de longe é a mais importante, porém para fins práticos aqui, ficaremos somente nesta noção por enquanto, expandindo-a mais adiante nesta busca do Conhecimento Essencial. Nessa pátria temporária - depois de havermos nos recuperado do choque da transição conforme o tipo de 'morte' e nível de consciência de cada um - eventualmente revemos nossa trajetória e temos a oportunidade clara de vermos as oportunidades que mencionei acima, agora sem sofismas e fugas (é desse momento inevitável que advém a intuição que todos temos aqui, na vida material, de que HÁ um julgamento após a morte, mas que foi distorcida pelas religiões como punição de um deus que está ali para julgar cada pecador (uma noção humana), quando é apenas você mesmo revendo, sem mais fugas, as suas escolhas, a real motivação de cada trajetória lançada por livre-arbítrio e o que fazer agora para corrigir... nessa hora não se vê mais ninguém rindo ou ironizando, por que será?). Nessa hora, o pesar pode ser indescritível quando finalmente vemos o quanto nos enganamos, quanto nos deixamos enganar pelos poderes terrestres que manipulam a realidade e quanto tempo precioso perdemos e quanto dano foi causado em consequência. Aí só restará arcar com as consequências e planejar a próxima encarnação. O ponto que desejo mostrar aqui, sem me alongar nesse importantíssimo assunto que veremos melhor depois, é que temos de ter um conhecimento básico de tudo isso AGORA para não chorar depois! É possível que vejamos mais AGORA, com a ajuda do grande arcabouço de conhecimento que já existe (sabendo separar o joio do trigo com bom senso, e isso é absolutamente essencial de se saber fazer) para não ter de sofrer essa decepção tão comum que descrevi acima que pode ser, e frequentemente é, devastadora para o indivíduo. Podemos ao menos minimizar esse desfecho começando por reformular nossa noção e nossa relação com esta Realidade no aqui e agora.
 
Última atualização em Qua, 16 de Junho de 2010 23:47
 

Quadro de Resumo - Pg.2

Síntese dos assuntos desta seção:
  • Na busca de conhecimento deve-se estar atento para o que é importante e não perder tempo com especulações excessivas sobre o que ainda não podemos saber totalmente no nosso estágio de desenvolvimento psico-físico.
  • Ainda não temos uma verdadeira liberdade de escolha pois a maior parte é ilusória. Mas podemos escolher com mais clareza conforme vamos despertando da ilusão, da apatia de assumir nosso papel na criação de nosso destino e felicidade e do medo de ver que há uma Vida Maior a ser entendida e vivida. Fora disso, sempre haverá a correção da dor, da decepção e da desilusão nos aguardando.
  • Nós só podemos descobrir a Verdade por aproximações sucessivas, conforme nos dispomos a fazer o que tem de ser feito antes: desaprender velhos hábitos de pensar, aguçar a percepção para reconhecer o que é importante e nos esforçarmos para Despertar do sono letárgico e ilusório dos 5 sentidos. O estado de vigília, quando acreditamos que estamos despertos, é quando mais estamos imersos na ilusão diária reforçada por hábitos, pelas pessoas do nosso convívio e principalmente pelos meios de comunicação que são em grande parte repetidores de falsos conceitos, inversão de valores e geradores de impactos e sobressaltos incessantes que ora estimulam, chamando nossa atenção centenas de vezes por dia por nada, ora deprimem nosso estado de ânimo com notícias alarmantes na desculpa de "informar" e ainda temperar isso com a oferta de "escolhas" da publicidade enganosa nos intervalos.
  • Para se ter condições de estudar e conhecer a si mesmo e as verdadeiras Leis da Vida, é preciso saber primeiro se abster dessa superexposição altamente nociva à qual somos tomados de assalto todos os dias, já acostumados que estamos como sendo algo normal ou inevitável. Muito pouco do que nos é mostrado como notícias e "estar informado" é de fato bom ou necessário de se saber. O vício de se "manter informado" de fatos sem fim perturba o discernimento, agita desnecessáriamente a alma, tirando sua tranquilidade para sentir-se e não traz conhecimento de real importância para o Ser. Depender cada vez mais desse tipo de informação para sobreviver é o esquema montado para nunca se fazer mais do que isso.
 
© 2001-2010 iD Studio de Arte e Comunicação. Nenhuma imagem deste site pode ser copiada, reutilizada ou distribuida por qualquer meio.