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Quarta, 23 de Agosto de 2017
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Quadrinhos, HQs, Comics, Graphic Novels, Álbuns Quadrinhos, HQs, Graphic Novels, Comics e Aventuras ilustradas: 

Interesso-me especialmente por projetos que façam bom uso de todo o potencial gráfico e textual das HQs, Comics, Aventuras Gráficas e Graphic Novels para que tenham um conteúdo mais fascinante de se ler e ver. Quadrinhos e aventuras assim, não precisam ser só para adultos para serem atraentes e inteligentes. Pode-se criar materiais maravilhosos para crianças de forma apropriada ao que deveriam estar conhecendo nesta era de despertamento consciencial e isso realmente me atrai.

Alguns exemplos do que pode ser feito:

  • Educação Ambiental para Crianças: aprofundando sua noção de meio ambiente com o emprego da Arte Naturalista na criação de Cartilhas e Guias de Campo mais avançados e carismáticos, com Mapas Naturalistas, guias de atividades e aprendizado prático.
  • Aventuras Gráficas e Álbuns: com histórias inteligentes, originais e belas para diversas idades em torno de outro nível de compreensão da presença do Homem na Terra, suas descobertas, seu despertamento e suas ações, mais distante de um existencialismo meramente urbano e contemporâneo como principal referência de realidade como temos visto até hoje, buscando outros temas, outras idéias e outras referências que nos entretenham com um conteúdo mais verdadeiro e, portanto, útil.

portfolio Portfolio

Uma outra perspectiva para esta área:

Hoje em dia vemos ainda muito material de alta qualidade gráfica mas de conteúdo banal ou sem sentido nos dias de hoje, onde ainda se cria ou revisitam os super-heróis versus monstros e vilões que querem dominar o mundo, destruir e escravizar (mais?) o ser humano, com novas armas, objetivos de algum tipo de conquista e poderes sem fim com a banalização do erotismo, ou mesmo a obsessão pela criação de material sobre terror e vampirismo, sem noção do que estas coisas são e que efeito tem sobre o psiquismo coletivo, a título de diversão, contrastando com as muitas histórias tolas para crianças, mesclando temas açucarados com aventuras bobas, quando não são escatológicos e chulos; roteiros que celebram e valorizam a astúcia do ser humano, revisitam a miséria humana ou enaltecem a "vida real" das ruas etc., onde as únicas mensagens 'boas' são as embrulhadas na eterna fixação  limitada e insuficiente pelo políticamente ou ecológicamente correto, como se só devesse nos interessar desenhar e criar argumentos para histórias que alternam entre o bobinho superficial para formar crianças idem, perpetuar a tradição da fantasia dos super-heróis ou enaltecer o sombrio e sacana para entreter o público 'adulto' esperto, entre idéias presas ao passado ou ao decadente e frequentemente violento e sangrento cenário da sociedade de hoje e de um amanhã, onde claramente só a tecnologia evolui e é enaltecida como algo que poderia nos 'salvar', geralmente em torno de personagens alienados de um lado ou atormentados, espertos, aproveitadores e gozadores do outro, condição indispensável para se ser 'respeitado' pelos nossos pares e dar boas risadas numa roda de amigos... ou seja, uma simples ampliação de como seríamos à partir do que já somos... sempre justificando a criação como entretenimento sem compromisso, sempre fugindo com argumentos, da responsabilidade de entendermos uma Realidade Maior. Não deveria mais valer o argumento de que esse é o universo do ser humano: a fantasia escapista, o escatológico, o atormentado, o aproveitador, a violência, as injustiças, refazer dramas do passado ou dar destaque para aquilo que é tolo ou baixo e só. A vida real é muito mais e não ascenderemos a uma outra Realidade superior enquanto colocarmos quase toda nossa energia nessas coisas, achando que é preciso sempre continuar mostrando, entretendo (perdendo tempo) ou expondo a condição humana1 com nossas artes, enquanto damos pouca atenção a Criar coisas melhores para substituir aquelas por uma informação cada vez mais inteligente, progressista, verdadeira e útil ao Despertamento Humano.

1Expor a condição e as mazelas humanas, seja na forma de denúncia ou de retrato, pode ter tido sua utilidade, quando era novidade, mas possui muito mais o perigo de ser apenas isso: algo que não tem fim e se torna institucionalizado porque suas causas não são revertidas de fato no Hoje, preferindo-se viver na ilusão da esperança. É o eterno 'combate' contra a pobreza, a fome, a exclusão social e 'lutar' pela paz, quando todos tácitamente parecem concordar que isso é para sempre e assim nunca terminam, quando há meios de se por fim a essas coisas no hoje se houver vontade. Assim, a arte que só gire em torno disso vai se tornando superficial e nunca terá fim, pois não representa nada mais. É a acomodação num nicho que é auto-alimentado, parece ter utilidade e ser algo 'bacana' de se dedicar mas que só se repete sem prazo para terminar e com mínimo efeito pois já é visto como parte 'obrigatória' da vida, mesmo quando há exceções louváveis e bem feitas. Por exemplo, uma forma de tratar as coisas de outra maneira é mostrar as consequências dessas omissões e como a vida não é um vale-tudo para uma só vida, mostrando de forma mais profunda e menos fantasiosa, que não estamos aqui para passar o tempo e há muita coisa frascinante ainda para se aprender e não perder tempo: isso é Realismo, de um tipo contrário à celebração da vivência das ruas, boemia, sarros e espertezas como eternos simbolos de vida real.

Mesmo sem moralismos, já vimos tudo isso, vários foram muito bons e inteligentemente criados em épocas em que tudo isso, por ser ainda novo, era uma etapa inevitável e compreensível da trajetória humana, mas não vejo graça em produzirmos mais material assim, apenas pelos ganhos, pelo status e orgulho de se ver publicado em alta qualidade ou porque HQs "são assim" ou são só "entretenimento sem compromisso", só sarro, só diversão. A pergunta deveria ser: Que tipo de humanidade encontra diversão nisso, sem nunca se saciar e parar? Vale lembrar que nós, criadores de texto e arte, é que definimos como algo deve ser, tendo o poder de criar novos rumos, como sempre se fez aliás, em tantas circunstâncias, quando o que hoje é comum, um dia foi inovador.

comics coverimageEstá na hora de outra abertura adequada aos novos tempos, para além da fixação só com mangás ou as crises existenciais do homem urbano, que muitas vezes só é um perdido porque quer, pois referências e informações para uma vida mais plena estão em toda parte faz tempo. Já deveriamos ter superado a fase de celebrar a boemia, a esperteza sobre o próximo ou a rebeldia sem causa, assim, continuar a desenhar sobre isso pouco acrescenta e só reforça as noções ilusórias que temos coletivamente sobre a vida, noções que não precisam de mais repetições e sim serem contrabalançadas por uma outra Visão agora, enquanto é tempo. Pode-se ver ainda na quantidade de filmes, animações e documentários feitos hoje em dia em torno de temas de denúncia do descaso e incúria do ser humano em relação ao seu semelhante e ao meio ambiente, que nos acostumamos a eternizar a esperança por um mundo melhor como sendo só o que dá e é politicamente correto (novamente...) fazermos com as verbas e o espaço que nos dão, enquanto não produzirmos muita coisa que demonstre de forma clara e corajosa nosso compromisso pessoal, visão e desejo de criar coisas especiais no hoje, sem cair em mais modismos, preferindo só festejar e 'tocar pra frente', com raras exceções que só comprovam essa regra predominante.

Felizmente, há também outras coisas para se valorizar e que estão muito em falta hoje por desconhecimento geral, falta de atenção aos novos tempos, a tendência atual de valorizar somente aquilo que estiver ligado a aparências, fama ou a oportunidades financeiras e o hábito de apenas 'ficar antenado' para seguir essas 'tendências mundiais' mais celebradas, quando não se pára para pensar de onde vem tais tendências e a pressão das mídias para enaltecê-las. Há ainda um potencial a ser realizado nessa área de quadrinhos e experimentos gráficos, já tão bem feitos por vários artistas de incrível talento pelo mundo, mas muito pouco para as novas realidades da Consciência que descortinamos. Sim, quadrinhos e aventuras gráficas para qualquer idade podem e devem ter um conteúdo mais alinhado com a Realidade Maior, sob risco de continuarmos estacionados na ilusão de conceitos errados e superados, mas eternamente repetidos com as novas roupagens visuais das tendências gráficas de cada época, para cada nova geração que chega absorver. Devemos ter outra visão de nós mesmos e da vida agora e isso deve aparecer nas nossas criações como mencionei noutras partes deste site. Assim, novas coisas com outros temas também deveriam ter mais apoio dos que financiam projetos, tornando-os possíveis de serem feitos, dando uma chance para que os leitores conheçam outra coisa e possam decidir se querem seguir em frente ou permanecer no mundo velho que está terminando. Podemos e devemos ir bem mais longe para criar coisas mais reais e inspiradoras, portanto menos ligadas às ilusões do mundo que nos mantém prisioneiros há tanto tempo dentro de questionamentos sem fim, quando já há respostas para muita coisa essencial e não há a mesma quantidade de tempo para se continuar a desperdiçar com o que não nos serve mais como Humanidade, independente do apego às tradições literárias ou do meio artístico que possamos ainda ter.

A Metafísica da Criação

Pra quem ainda não sabe, quem cria sempre é uma antena viva e tudo depende de nossa sintonia. Podemos escolher com o que sintonizamos e com isso temos a maravilhosa oportunidade de materializar as idéias mais incríveis e úteis ao nosso progresso e verdadeiro entretenimento. Com esse poder vem, naturalmente, a responsabilidade correspondente, assim, a metafísica da criação artística também tem que ser levada em conta e ela nos mostra que estamos muito mais próximos do negativo neste mundo do que do positivo. Isso significa que criar criaturas malignas e ameaçadoras, histórias de terror e sangue, personagens sarcásticos e aproveitadores, tiranos e dominadores de povos, mundos decadentes e a filosofia da esperteza das ruas em contraste com o mundo bobo criado para cianças, etc., nos vem muito mais facilmente à mente, mesmo quando escolhemos algum tema só por diversão ou pra demonstrar uma técnica. Temos, coletivamente falando, uma estranha fascinação (para não dizer, ligação...) com o sombrio, a violência e o crime, daí tantas séries da TV e artes explorarem esse filão de forma irresponsável até, pois isso acontece sem sequer nos darmos conta de que o negativo flui de forma muito mais livre e fácil em mundos como este (quando nossa curiosidade por temas "sobrenaturais" também vem de nossos anseios de saber mais sobre a realidade espiritual que intuimos existir, mas que explorados dessa forma só reforçam aquilo que não nos convém sintonizar e nem é a realidade toda, apenas a parte mais baixa dela) mas que é imediatamente aceito pelas pessoas como "isso sim é realidade!", ou como "diversão sem compromisso", do que concepções de beleza espiriritual, sabedoria pura e enredos elevados dos quais até nos envergonhamos de tentar criar por reconhecermos nossa distância disso e porque o elevado não vende para nossos iguais, que tendem a achar que são "sem graça". Mas qual é a graça que queríamos que tivesse? A piada escatológica, explícita, de riso fácil? Não conseguimos nos  interessar ou empolgar por algo que não seja sobre crimes, terror, suspense, intrigas, ironias, violência, malandragem, fantasia escapista, sexo de baixo nível, o voyeurismo  de "reality shows" ou romances sentimentais de apego e dependência, humor pastelão, provocações, escândalos ou dramas familiares? Além da parte financeira que estimula a criação nessa ou naquela direção, tememos o riso dos nossos pares que nos taxarão de ingênuos e tal e assim é muito mais fácil criar o escatológico ou maluco que todos aprovam como uma grande sacada. Muita coisa aparentemente boa também é só um reforço da realidade ilusória dos nossos conceitos invertidos e limitados da Realidade Maior que nos cerca. Reconhecer isso já é um bom começo, pois já começa a abrir caminhos mais verdadeiros e menos escamoteados no glamour da arte que mais celebra a condição enferma e confusa desta humanidade do que qualquer outra coisa. Uma arte assim é eminentemente fraca em sua utilidade para o mundo, não importando a técnica sofisticada ou o incrível traço e sacada do artista, pois só reforça a inversão de valores que todos já consomem. É o proverbial "money for nothing". É hora de vermos mais o conteúdo, a substância do que está sendo retratado e passado, do que só sua modernidade inteligente, se é "cool" ou não, etc. A metafísica da criação também nos mostra que hoje há grande afloramento da inteligência e isso também é fácil de constatarmos com a profusão de pessoas de enorme capacidade em tantos campos do saber, mas a questão não é de capacidade e sim de SINTONIA. Com o que estas pessoas estão sintonizadas quando empregam sua inegável capacidade intelectual de conceber coisas artísticas? Ter leitores que também saibam disso é igualmente necessário... para transformar o proverbial círculo vicioso em círculo virtuoso.

Ficção científica, fantasia, biografias, aventuras, personagens, graphic novels, etc. todos poderiam ser repensados para ver o que estamos criando, se nossas histórias, aquilo que de fato acontece e o visual criado realmente tem um sentido maior, refletem um outro conhecimento da realidade ou são apenas repetições de modelos do mundo sem noção de estar apenas refletindo o estado atual confuso da humanidade e continuar a alimentar a realidade manipulada dos 5 sentidos, travestido de cultura, deixando de proporcionar aberturas a um despertamento maior e progresso coletivos.

Se você se interessou e teve a paciência de ler até aqui, talvez queira ver mais ( ! ) sobre esse conceito. Se assim for, posso sugerir que prossiga e dê uma olhada na seção sobre Arte Orientada por Evolução. Agradeço a todos pelo interesse e apoio!

portfolio Veja amostras de alguns projetos, estudos e idéias recentes e outros bem mais antigos, em vários estilos, explorando coisas por puro prazer, sem ainda refletir totalmente as coisas novas  que mencionei acima e que poderiam ser feitas nestes novos tempos:

 

Quadrinhos, aventuras gráficas, projetos-piloto e gags

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