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Três tipos de textos estão sendo desenvolvidos aqui e que sempre nortearam nosso trabalho de criação de arte e texto:
Nova Consciência Naturalista
Arte Orientada por Evolução
Conhecimento Essencial
Estes são conceitos dinâmicos que estão sempre sendo aperfeiçoados, ampliados onde for o caso e atualizados por mim pois é um trabalho em andamento e não algo estático e dado por terminado, embora suas linhas mestras, que fundamentam as idéias, estejam já bem definidas e prontas há muitos anos. O que vem a ser a NOVA CONSCIÊNCIA NATURALISTA? Em síntese, é uma nova e mais profunda forma de encararmos o mundo natural à nossa volta que geralmente só é visto pelo seu lado material, uma visão superficial e bastante limitada a efeitos e não causas, ainda influenciada pelo evolucionismo Darwiniano que já deveria ter sido completado com uma noção muito mais viva, aprofundada e, portanto, Real: uma que leva em conta e estuda as Energias Vivas que atuam por trás do seu efeito material. Uma visão que promove a verdadeira integração do Homem com esse meio ambiente, um aterramento para sua saúde psico-física, sem o qual não há Vida.
Essa noção existe em todo o mundo na verdadeira ciência1 que conhece a existência do Espírito, mas ainda não chegou às massas, aos meios acadêmicos e aos meios de comunicação com seriedade, embora nossa saúde, sobrevivência e progresso dependam desse conhecimento. À luz disso, deveriamos já ter abandonado os debates estéreis em torno do Creacionismo vs. Evolucionismo já que ambos são muito incompletos e eivados de enganos sobre o que vem a ser a Criação e seu desdobramento na Terra que chamamos de Evolução. Há muito o que se estudar para ampliar essas noções tão repetidas e que nos estacionam no caminho do despertamento de quem somos e como realmente funciona nosso planeta. É possivel avançar muito com o conhecimento que já existe no mundo, revelado pelo trabalho científico-espiritual sério de muitos gênios e colocado em prática em diversos lugares, para formar essa Nova Consciência. Neste site procurarei mostrar quem são as pessoas que desbravaram com êxito esse terreno e onde isso tudo está sendo colocado em prática há décadas, mas que não são quase mostrados ou aproveitados pelo establishment científico-religioso ou pela mídia sem distorções propositais ou por simples desconhecimento de sua profundidade e acertos, pois para isso é preciso uma boa dose de sensibilidade e desapego aos dogmas aparentemente científicos e, em muitos casos, de simples honestidade de intenções. É tempo de despertarmos e mudar isso enquanto é tempo e onde ainda for possível.
"Não
há fenômenos sobrenaturais ou não naturais, apenas enormes lacunas em
nosso conhecimento do que vem a ser natural". - Edgar Mitchel,
ex-Astronauta da Nasa e conferencista.
1É preciso saber ver que vivenciamos hoje a singular condição de termos "duas ciências": Uma é a ciência oficial-acadêmica, aquela mostrada ao povo, para uma formação padronizada em faculdades e universidades, que fomenta a competição e a ultra-especialização em detrimento do trabalho cooperativo e da visão de conjunto, uma ciência que força uma visão materialista, que se impõe às crianças em formação e aos jovens com uma estética cada vez mais multimídia mas pausteurizada, ultra-editada e frenéica numa comunicação superficial de imagens sucessivas em alta velocidade, reduzindo a Vida a um modelo racional-mecanicista-utilitário para ser explorado que, apesar dos recursos ultra-modernos e da aparência festiva, transmite um conteúdo frio do mundo e do homem, que exclui o Criador e a finalidade última da Criação; é a ciência que é a referência para TVs e revistas se protegerem quando divulgam algo. Apesar dos empolgantes resultados e inegáveis progressos dessa ciência, infelizmante para muitos, esta é ainda sua única refrerência para interpretar a realidade de forma 'racional'. Essa formação norteia mas também limita ideológicamente e constrange corporativamente e financeiramente o trabalho de talentosos pesquisadores assim formados, que desejam contribuir com o conhecimento humano, mas que acabam sendo desencaminhados pelo pensamento excessivamente materialista, produzindo muitas vezes 'descobertas e inovações' muito equivocadas pois contrárias às leis da Vida ou ainda resultados parciais, mesmo que espetaculares e benéficos até certo ponto, obtidos que foram pelo seu próprio mérito, boas intenções e grande esforço. Esse constrangimento produz resultados muitas vezes fictícios que depois revertem como dogmas obrigatórios para as massas e a mídia, para o inevitável reforço através da repetição, seja para 'debates', a formulação de leis, materiais didáticos e campanhas, tratamentos médicos ou providências de manejo ambiental. Esta é a ciência controlada, frequentemente manipulada inclusive em seus resultados e 'provas' e que possui objetivos próprios nem sempre louváveis ou puramente científicos como a obtenção de lucros financeiros cada vez maiores a qualquer custo, sempre procurando meios de forçar a natureza a entregar seus segredos, sem nehum sentimento de gratidão ou humildade, enquanto é usada também para manter a população na prisão da realidade fabricada dos 5 sentidos, alimentados sempre pela ESPERANÇA de um mundo melhor, que nunca vem de fato, pois a cada "nova invenção" enquanto admite desconhecer as causas do que quer que seja (sem enumerar apenas mais efeitos como sendo 'causas') propõe toda sorte de remédios e intervenções a que se somam diversos efeitos colateriais e novas enfermidades para serem catalogadas com preciosismo e rigor na sua nomenclatura para as enciclopédias e literatura médica ou científica, mas as "soluções e curas" encontradas não o são de fato e mesmo assim só para quem pode pagar. O total comprometimento dessa ciência com seus financiadores e controladores ideológicos a torna sem legitimidade para representar os melhores anseios humanos pois está a serviço de outra agenda. O Ser Humano intuitivamente quer só a Verdade e viver feliz com saúde, mas o desvio desse caminho natural complica de tal forma sua vida com toda sorte de problemas espúrios para resolver que uma ciência manipulada só pode agravar essa condição com suas noções anti-vida, anti-bióticas.
Tal visão materialista é óbviamente extremamente incompleta e frequentemente distorcida e, como tal, só pode causar mais dano em todos esses setores, para a futura correção obrigatória pelo sofrimento dos envolvidos, seja ativamente ou passivamente aceitando tais imposições. Aqui não bastam somente as boas intenções e competência técnica, é preciso querer ver o quadro completo antes de propor intervenções, seja no corpo humano ou no meio ambiente. Esta ciência também controla o que será pesquisado ou não e em que moldes pois é financiada pelas grandes corporações e os que ditam os rumos do mundo e da economia e, sendo assim, essa ciência estará sempre amarrada a interesses não só de ganhos mas na sonegação de informações reveladoras e manutenção da realidade parcial que vivemos diáriamente, pois já se transformou em uma ciência mais a serviço do conforto e do prazer e da fuga da dor a qualquer custo do que uma ciência que busca realmente compreender suas verdadeiras causas, com raras exceções.
"A Ciência sem a Religião é aleijada. A
Religião sem a Ciência, é cega" -Albert Einstein, em um Simpósio sobre
Ciência, Filosofia e Religião.
A "outra ciência", que chamo de verdadeira por ser mais completa, ser bem menos manipulada e ter intenções mais nobres, é ciência sim porque vem sendo desenvolvida por muitos expoentes nos últimos 200 anos, mostrando de forma científica essa outra forma de encarar a realidade física, é uma ciência que não tem medo de incorporar as noções espirituais avançadas e unir o sacerdócio da alma à mente científica, é a ciência que busca suas respostas nas funções mais altas da INTUIÇÃO e menos no racional-mental, sabendo que este é efeito e não causa e é muito limitado. Não se trata de unir as religiões organizadas à ciência oficial e sim de aproximar as melhores noções da espiritualidade universal, superior, oculta e séria à ciência idem para resultados mais verdadeiros. Em outras palavras, está mais do que na hora de se ter visão e coragem de completar a educação acadêmica com algo muito mais profundo e real, para sermos realmente atuantes e úteis em nossas áreas de especialização, começando já a corrigir erros seculares, abstendo-se também de criar novos...! Já se sabe, já nos foi avisado de que não poderemos continuar a desvendar os segredos da natureza e de quem somos sem Integridade Moral e sem unir a causa que é espiritual com o efeito que é material, a Ciência honesta e inteligente com a Espiritualidade Superior que é tanto nossa herança como nosso futuro. Falta usarmos 'os olhos de ver' o quadro completo e começarmos a por isso mais em prática. E isso é urgente se quisermos evitar o pior que vem por ai. As consequências de tudo isso serão vivenciadas, como já estão sendo, do nível individual-pessoal ao nível planetário e ESSE é e será nosso maior desafio: integrar ou viver as consequências de uma vida cada vez mais desconectada. Veja exemplos desse trabalho na seção Pelo Mundo que estou montando neste site.
O trabalho normal de conscientização ecológico-ambiental, lutar por
leis, realizar pesquisas, matérias e denúncias sobre questões ambientais prementes e preocupantes já está sendo
realizado por diversos grupos sérios no Brasil que possuem o
conhecimento e os meios de lidar com esse lado da questão. Meu trabalho
então visa atender a um outro lado, menos conhecido e menos divulgado
mas que também se origina em um tipo de conhecimento mundial que é fundamental para embasar e apoiar aquelas, como se
poderá perceber ao consultar todos os ângulos da questão neste site.
Uma coisa não substitúi outra, pois todas são importantes e cada um
deve contribuir como puder com o que souber fazer.
"É um milagre que a curiosidade sobreviva à nossa educação formal" - Albert Einstein.
Na artes e, no meu caso, na Ilustração Naturalista que desenvolvo, significa uma Ilustração
e Design Gráfico voltados para uma área,
conceito e finalidade inteiramente novas, onde
a arte e a comunicação visual
não são ecológicas,
nem estão sendo desenvolvidas para fins
de botânica ou enciclopédias sobre
"bichos". Na verdade os Animais -como deveríamos chamá-los- o
Reino Vegetal e o Homem convivem no mundo material
e nos planos mais sutis da existência
com o Reino dos Elementais e com as Forças
Criadoras e Mantenedoras desta Realidade que
procuramos compreender. Há muito o que
se conhecer, estudar e desenvolver nesta área
que é muito mais completa e real que
a parcial realidade física
dos 5 sentidos. Cônscio disso, o iD Studio desenvolve
arte livre de modismos New Age ou dogmas religiosos e científicos,
mas leva a sério procurar representar aquilo que
há de mais verdadeiro e importante na
nossa existência através dessa forma de arte naturalista que busca sentir e transmitir um visual que inspire uma forma mais profunda e bela de vermos o mundo à nossa volta, alinhando nossa percepção ao conhecimento das verdadeiras leis da vida que dirigem e são a causa maior de todos os fenômenos biológicos.  O tempo de maturação necessário para termos essa nova consciência já se completa em nossos dias e a hora de começar a admitir a existência de uma Realidade Maior e vivenciar tudo isso é agora, sabendo que não haverá um futuro verdadeiro para a humanidade sem isso e, para os que acham que seu tempo já passou, vale lembrar que a morte do corpo físico não põe fim ao progresso do Ser e muito menos à responsabilidade pelas escolhas feitas, pois sujeita o recém chegado ao "outro lado", à uma imediata revisão e colheita dos resultados de sua vida, das energias da trajetória que lançou "em vida". "A Natureza inteira começa a nos sussurar seus segredos através dos seus sons. Sons que foram um dia incompreensíveis para nossa Alma, agora se tornam uma Linguagem da Natureza, repleta de significado." -Rudolph Steiner (Iluminado filósofo e clarividente Austro-Húngaro que esteve à frente da Teosofia e da Teoria do Conhecimento).
As Leis da Vida existem e respondem aos nossos atos, omissões, descasos, fugas e desejos com fatos e não com palavras, portanto sempre é hora de se mudar de rumo, sem o que, a Vida não faria qualquer sentido, não é mesmo? Somos igualmente responsáveis pelas escolhas que dão início ao rumo de nossas trajetórias de vida como pelas correções que temos o dever e o direito de fazer durante seu percurso conforme percebemos falhas a serem corrigidas para o melhor resultado possível ao fim de cada oportunidade de vida. Os limites do progresso sem levar em conta estas Leis e Realidades já estão no horizonte e estamos bem perto agora de colhermos coletivamente e individualmente o resultado real daquilo que escolhemos semear em nossas vidas, sua verdadeira Substância, sem sofismas. Para se constatar a veracidade disso, não é necessário recorrer a nenhuma religião: basta usar o bom senso já apurado e os "olhos de ver" aplicados à quantidade de informações que já nos foram dadas para isso e que existem no mundo para os sinceros de coração assimilarem. A hora de iniciar o Despertamento é agora, pela vontade e pela inteligência o que é infinitamente melhor do que mais tarde, pela dor. A Ilustração Naturalista que desenvolvo procura então inspirar essa forma mais profunda de ver o meio ambiente, propondo esta Nova Consciência Naturalista.
Você pode ver mais sobre tudo isso nos conceitos complementares sendo postados na seção Conhecimento Essencial.
Você pode saber mais também lendo a matéria publicada pela primeira vez no Brasil na revista Com Ciência Ambiental de 2007, aqui e consultar a seção de Ilustração Naturalista deste site onde o tema também está desenvolvido com mais detalhes.
O que é ARTE ORIENTADA POR EVOLUÇÃO? É a Evolução na Arte e da Arte. Arte Orientada Por Evolução
é a produção artistica que
procura orientar-se por uma noção
de progresso. Trata-se de um contínuo esforço para ajustar o foco
de nossa visão como artistas em algo muito
além do estritamente comercial como tem sido. É sobre utilizar
quaisquer habilidades que tenhamos desenvolvido
como um aliado para realizar um outro tipo de missão.
Uma missão que sabe da responsbilidade da
criação artística e que procura
conceitos que sejam verdadeiramente úteis
e que nos ajudem a absorver e compreender uma porção
cada vez maior e mais certa disto que chamamos Realidade,
para uma realização Espiritual-Científica-Moral
cada vez mais aprimorada de nós mesmos.
É o afastamento da estética vazia
como finalidade por si e frequentemente empregada
para promover valores nocivos, em direção
a uma busca da beleza artística conjugada
a valores e conteúdos universalistas e progressistas
em diversos setores da senda humana.
É uma proposta para que nós artistas de qualquer tipo, antes de dar vazão ao que nos vai no íntimo como "direito de expressão", olhemos para ver que tipo de noções temos afinal, sobre nós mesmos e a finalidade da vida, que valores entretemos e que "visão" pretendemos compartilhar com outros, pois não é só no direito da livre expressão que devemos pensar mas sim lembrar da nossa responsabilidade ao sermos capazes de materializar idéias que influenciarão outros. Nem tudo que vai na mente e na alma da pessoa é apropriado para ser produzido como sendo "arte". Criar por criar, sem saber de onde vem sua inspiração, escondendo-se na atitude de que não se pode censurar ou que o ouvinte, telespectador, leitor ou apreciador é que devem decidir o que lhes convém ver e absorver, é só parte da questão e uma forma ultrapassada de fugir da responsabilidade própria. Em outras palavras, essa atitude representa as fases menores da nossa evolução conciencial, uma liberdade quase infantil que deve ser substituida por outro conjunto de norteadores da criação artística.
Este conceito nasceu da percepção
de muitos anos atrás, de que muito pouca
atenção costuma ser dada à
Evolução no que diz respeito ao que
desenhamos, criamos ou concebemos em arte, música,
imagens, fimes e vídeos e na palavra escrita.
Considerando que o trabalho artístico
de qualquer área possui o potencial de afetar
a vida das pessoas, penso que o foco do Ilustrador
e do artista gráfico (bem como de qualquer
outra area da criação), deve gravitar
cada vez mais para conteúdos progressistas,
usando sua capacidade de materializar sua visão
para fins eminentemente úteis, fascinantes
e saudáveis, distanciando-se sempre que possível
do puramente comercial e principalmente das formas
de arte que representem conteúdos de inversão
de valores ou fúteis, pois a responsabilidade
pela imagem criada e transmitida é grande
e o tempo urge para que todos nós nos liguemos
em conceitos Mais Próximos ao Coração (Closer to the Heart), como tão bem colocou o virtuoso grupo canadense, Rush, que também muito influenciou tudo isso, o que mostra mais uma vez o poder da criação artística, neste caso de texto e música, quando excepcionalmente bem usado por quem sabe.
A criação de todo
artista reflete o que lhe vai na mente e na alma, suas
idéias e forma de ver o mundo. Materializando
estes pensamentos e desejos como pintura, desenho,
comunicação visual, música,
escultura ou texto, ele influi na visão e
nos desejos de outras pessoas, estimulando seus
centros perceptivos numa direção.
Se parte de seu público consistir de pessoas
que ainda não tem uma orientação
pessoal calcada nas realidades maiores, estas serão
muito influenciadas pelo que estarão absorvendo
daquela criação e tenderão
a multiplicá-las por afinidade ou inconsciência
de diversas maneiras: atitudes, palavras e em suas
próprias criações e escolhas
profissionais. Mesmo que seu público saiba filtrar o que lhes convém, o que raramente realmente funciona dado o alto índice de condicionamento, pense em quanto TEMPO foi perdido com isso, na ENERGIA gasta e nos RECURSOS materiais e mentais usados para um criar e os outros filtrarem até que algum proveito genuíno seja de fato proporcionado de um lado e obtido do outro! Considerando que, como Humanidade, já perdemos muito tempo nessas coisas e que agora vivemos uma época de convergência de resultados, de colheita, penso que o tempo realmente urge e não devemos mais contribuir com isso se possível for.
Além disso, mesmo sendo o
pensamento atual saturado da idéia de que
temos escolha através da nossa mente racional
de filtrar o que queremos ler, ouvir ou assistir,
e que por isso não deve haver qualquer tipo
de censura à criação artística,
na verdade essa noção popular (reforçada
diáriamente pela mídia, como uma espécie de novo paradigma bastante difundido) é
superficial e própria da fase de euforia
de liberdade que achamos que estamos vivendo, tão
superficial quanto nossa própria mente consciente
que está na verdade pouco desperta nesta
realidade física dos 5 sentidos. É
nosso subconsciente que é diretamente atingido
e que percebe tudo, até o que não
vemos ou ouvimos diretamente, absorvendo as mensagens
explícitas ou subliminares dessas produções
artisticas enquanto na superfície rasa do
consciente tida como nossa parte racional, nos divertimos
rindo de tudo que ainda não estudamos, julgando
proteger assim nosso precioso modo de vida. Criações
artisticas intencionalmente nocivas, bizarras ou
fúteis tem como alvo o subconsciente enquanto distrai a mente consciente da
pessoa descuidada de si com a sacada "inteligente" do momento, independente da mídia
usada, seja em vídeo, filme, fotografia, arte impressa, digital,
etc.
Naturalmente, para crianças o efeito é
ainda mais profundo e duradouro pois ainda não
possuem defesas de uma personalidade formada. Óbvio?
Sim, mas poucas pessoas percebem o conjunto ou a
profundidade do dano ou procuram abster-se disso,
quando está ao seu alcance. Preferem continuar
se distraindo e festejando, não se sabe o
que, achando que tudo faz parte da chamada civilização
que sempre foi e sempre será assim. Felizmente
não é assim.
Dessa forma, artes que festejem,
promovam, enalteçam, ou simplesmente mostrem
como "entretenimento" situações
ou idéias bizarras, degradantes para o Ser Humano, que estimulem e aproveitem o senso de um humor mais grosseiro das pessoas ou que explícitamente ou sutilmente promovam a inversão de
valores, de conteúdo fútil ou tolo, difícilmente
deveriam ser consideradas como coisas normais e
legítimas de se acolher em nossos corações
e mentes, em nossos lares e em museus para visitação
pública, especialmente quando não são só de vez em quando para alguma finalidade interessante, mas repetidos e reforçados todos os dias em algum lugar, (enquanto não se vê tal dedicação e espaços para outras coisas mais especiais...), instituidos que estão como modo de vida e símbolos de um modo de pensar dos que definem as tendências numa sociedade. Sequer poderiam ser consideradas
arte, sendo antes um atestado do estado confuso e enfermo
de nossa humanidade e de sua falta de discernimento.
Mesmo as divertidas e inteligentes charges de escracho como denúncia social se tornam limitadas quando repetidas por toda uma vida sem mais nada, pois pelo andar da carruagem, essa sociedade nunca pretende mudar, então a arte-denúncia não tem fim e acaba se tornando um fim em si, como marca de carreira que deve prosseguir, mesmo que seu escopo e resultados sejam limitados a um universo de risos sem real consequência, assumidamente somente para o prazer do artista e só depois para distrair o leitor aliviarndo suas tensões do dia, sem mais nada, enquanto permanecemos todos imersos na mesma ilusão dos 5 sentidos. Acho que podemos e devemos fazer mais que isso ao longo de uma vida inteira.
Não saber discernir não é o
mesmo que ter liberdade e festejar a ausência
de censura. É apenas imaturidade espiritual
e como tal terá suas conseqüências
individuais e coletivas. Não é divertido
ou sinônimo de emancipação,
a completa falta de discernimento ou autoridade
para saber o que convém ao ser humano. Nas
fases menores podemos nos divertir com um tipo de
liberdade irresponsável com a volúpia
de termos acesso a tudo depois de anos de censura
por exemplo. Porém esta fase deve chegar
ao fim um dia e ser substituida por um discernimento
calcado na liberdade inteligente, aquela que rejeita
coisas fúteis que causem dano ao próximo e portanto a nós mesmos, e que representam inversão
de valores universais. Quando chegarmos coletivamente
nesse estágio não mais chamaremos
de arte ou encomendaremos de artistas coisas sutilmente
ou afrontosamente nocivas, disfarçadas de
"atitude" ou livre expressão. Nada
disso é moralismo ou idealismo inocente,
é apenas a constatação da realidade
evolutiva do ser, que um dia teremos de admitir quer
pela inteligência e maturidade espiritual,
quer pela dor. É realmente uma questão
de escolha, e essa é a verdadeira liberdade.
Assim, a arte por si, sofisticada em sua técnica porém sem
conteúdo válido ou carisma, precisa
ser um dia conscientemente e definitivamente abandonada
na nossa escalada em direção ao Progresso.
Essa forma de conduzir a profissão ajuda
a nortear a Liberdade de Expressão que conquistamos,
tornando-a cada vez mais legítima para quem
cria e para quem aprecia. Mesmo a arte de vanguarda, onde vemos idéias fantásticas, inteligentes, refinados e atisticamente impressionantes, seja na área da ilustração ou de aventuras gráficas futuristas, muitas vezes partem de idéias que na verdade podem ter pouco a ver com nossa realidade existencial coletiva e o verdadeiro sentido da vida, sendo antes um exercício de nossa poderosa imaginação sem Norte ou seja, sem os fundamentos do Conhecimento Essencial, sendo assim empolgantes pela alta qualidade mas podem conter elementos que nos distanciam de nós mesmos quando deveriam aproximar.
Basta um passeio pela Internet para vermos muita criação genial e belíssima, principalmente em projetos-piloto de mini-jogos e puzzles em Flash, ilustração, design, animação, vídeo-making, 3D e comics, pois são o resultado de uma efervecsência da Inteligência e Virtuosismo atuais que busca com legitimidade uma forma de se expressar e ser reconhecido pelo seu enorme e, por vezes, espantoso talento, o que é muito justo e merecido, pois todos respeitamos muito a capacidade e a genialidade de tantos artistas e gostamos muito de ver essas idéias incríveis que tem vindo principalmente das gerações um pouco mais novas; são coisas que inspiram e estimulam nossa melhor capacidade para ir mais longe e nos enchem de prazer visual pela avançada estética, profissionalismo e perfeição, porém é difícil achar coisas que reflitam essa outra forma de ver a vida que menciono aqui. Nem preciso dizer da facilidade e da rapidez de difusão e euforia de prazer pela liberdade disso tudo hoje por causa dos computadores e da Internet. É nesse momento que vale termos um olhar que seja progressista não só na técnica e no estilo geniais mas em seu conteúdo intrínseco. Longe de ser uma crítica a tais artes tão bem feitas, é antes um lembrete de que devemos também criar outras coisas mais verdadeiras em relação a nós mesmos. Uma sociedade onde a arte seja plural a ponto de não haver critério, é uma sociedade que mostra ainda não possuir noção real de si e da vida, ainda nutrindo incógnitas existencias básicas (veja os textos sobre o Conhecimento Essencial neste site) e baseado nos dogmas científicos, criando coisas incríveis mas ainda dentro da ilusão coletiva, na maior parte. Como projetar um futuro genial quando carecemos de certezas sobre os fundamentos da finalidade da vida? Temos feito tudo isso com a imaginação, geralmente sem notar que até esta se apóia na Intuição que é da Alma e não só no raciocínio, é influenciada por pensamentos incorpóreos de outros afins e ainda possui suas raízes no arcabouço de vivências do passado, ainda escondidas em nosso subconsciente. Imagine o que poderíamos criar tendo alinhado nossas bases com a noção real do sentido da vida, um maior conhecimento de nós mesmos e dos rumos da Evolução se, sem isso, já fizemos tanto?
A iniciativa da Arte Orientada
por Evolução é um
convite para que cada artista que ainda não
o tenha feito, seja iniciante ou veterano, comece
já seu desligamento da inversão de
valores e das justificativas sem sentido real para
começar a usar seu talento para coisas realmente úteis,
belas, progressistas ou divertidas mas sempre fascinantes,
inteligentes e limpas. Aqui vale lembrar algo que entristece mas que costuma vir à tona nesta parte na mente de quem está lendo: você pode estar achando engraçado, pensando que este convite e estas idéias são ingênuas ou pretenciosas. Mas basta parar um instante para refletir mais demoradamente sobre isso: primeiro, não estou enaltecendo meu trabalho em detrimento do trabalho dos outros, pensei que isto já estava claro pelo tom geral de tudo neste site que não agride mas convida de forma dinâmica como o conteúdo requer. Segundo, tenho certeza de que você perceberá depois de ter descoberto as Leis que regem o mundo e nossa evolução, se ainda não o fez, que é bem mais ingênuo achar que podemos fazer tudo (ou fazer nada, conforme o caso!), sem colher o resultado um dia ou achar que não há esse nível de responsabilidade na criação artística e na publicidade como menciono aqui. Sofrer a dor depois não é inteligência e a pureza deve mesmo ser preferida à malícia da esperteza que só conduzirá à dor. Como diz o ditado "quem ri por último, ri melhor". Este escuro mundo precisa
muito da nossa visão artística limpa e construtiva sem sofismas e nós podemos contribuir, especialmente
começando por não contrbuir com coisas
fúteis e enganosas ou grotescas travestidas de obras de arte que aprofundam a ilusão
em nossas vidas. Cada um pode encontrar sua forma
de expressão e o que mais gosta (e aqui também cabe um rigoroso e honesto exame de consciência para rever seus gostos e valores), consciente
de não estar cedendo à tentação
de produzir mais coisas inúteis em qualquer
área. Sobreviver à custa de contribuir
com a inversão de valores também terá
um preço, especialmente quando se pode fazer
outras escolhas. Cada um deve saber de si e o que
o leva a contribuir com a enxurrada de produtos
e serviços nocivos ou supérfluos.
Atitudes radicais não são necessárias,
nem se deseja aqui julgar ou condenar ninguém,
porém é um fato que um maior discernimento
e dedicação em realizar algo mais
especial para todos, é algo necessário
e urgente. Vale a pena parar para refletir um pouco
sobre isso e depois lançar um olhar sobre
nossas criações como humanidade, hoje.
Sempre é tempo de mudar e melhorar tudo em
nós e à nossa volta, mesmo num mundo
onde parece não adiantar fazer mais nada,
dado o alto grau de degradação, pode-se
ao menos reduzir ou parar de contribuir com os erros
e enganos e, se possível, acrescentar algo
realmente bom, pois não é sendo neutros
ou passivos na abstenção de errar
que estamos fazendo algo positivo, que é
ação.
Além da questão da
chamada liberdade artística e "variedade
cultural", outra desculpa freqüente que
nós artistas usamos para criar coisas nocívas
ou bizarras é a questão da sobrevivência.
Naturalmente, não estou deixando de considerar
isso já que é uma das motivações
e necessidades mais fortes que quase todos temos
ainda que enfrentar no dia a dia em mundos como
este. Quando falo em progresso e evolução
como ingredientes ativos em nossa profissão,
me refiro a uma maior conscientização
que procure meios de reduzir essa contribuição
nociva, fazendo escolhas melhores
e reorientando seus objetivos de carreira e até
idéias de clientes (igualmente prisioneiros
da mesma realidade repetitiva e ilusória)
para se alinharem mais com algo mais nobre e Verdadeiro
sempre que possível, e freqüentemente
é. Nem toda idéia precisa ser feita
da forma como foi concebida para trazer resultados
financeiros. Diversos caminhos podem ser alterados
para melhor e o conjunto de ações
assim abrirão mais caminhos melhores até
que isto se torne nossa realidade diária.
Todos já estamos contribuindo para isso quer
queiramos ou não, quer saibamos ou não.
Por que não escolher uma contribuição
mais voluntária hoje então ao invés
do cômodo fluir com a corrente da alienação
que só poderá ir de encontro à
dor um dia? Não estamos sempre nos vangloriando
de nossa esperteza e inteligência no dia-a-dia?
Falta provar isso de forma mais profunda. A Vida é utilitária e sempre encontra uma forma de compensação para cada desvio, mais cedo ou mais tarde.
Nem tudo é feito por sobrevivência
que, é claro, é um motivo justo. Muita
coisa é feita por vaidade mesmo e por querer
pertencer ao meio e sermos aceitos num meio que
aparentemente tem tanto a oferecer a seus seguidores,
começando pela proteção de
estar num grupo onde há muita gente fazendo
o mesmo, evitando-se assim um foco crítico
sobre o trabalho individual. É o caminho
do menor esforço, o caminho cômodo, onde predomina o medo, que procura ocultar dos demais, com muito alarde e atitudes teatrais a fragilidade fundamental da sua estrutura de personalidade (que costuma desmontar pela menor contrariedade ou revés) e, em última análise, pode-se dizer que é o caminho da covardia do ser que não age sozinho, mas em grupos, esquivando-se por todos os meios de encarar os fatos sobre sua vida e o mundo. Mas a verdade não pode ser burlada para sempre
e haverá conseqüências um dia
não importando no que se acredite hoje em
termos de religião, filosofias, racionalismos,
etc. para contornar a lógica simples do retorno
de nossas ações e trajetórias para nós mesmos,
inclusive nos atrelando às pessoas que desencaminhamos
com nossas noções artisticas nocivas
ou bizarras, para consertar o dano causado, comprometendo nosso futuro.
E este dano pode ser extenso e profundo pois uma
vez solta no mundo, uma criação artística
danosa ou fútil, ficará vagando pelos
automatismos que existem para isso, influindo sem
mais o controle do seu criador que, não raro, se constrange e se arrepende muito por ter deixado tal obra num mundo que continuará idolatrando seu trabalho raso ou bizarro enquanto seu criador nada mais pode fazer para apagar tais criações pois agora já será
tarde para impedir, seu momento de escolha
já passou. É um grande engano continuar idolatrando trabalhos aristicos assim depois da morte do seu autor, pois isso costuma causar constrangimento e desespero à sua alma quando esta finalmente compreender o verdadeiro escopo e conteúdo de suas criações, independente do aplauso (insensato e ignorante) do mundo, quando tiver de encarar os fatos sem sofismas no além-túmulo, no Mundo Astral. Imagine criar algo tolo ou fútil, repleto de inversão de valores ou de valor grosseiro e depois da morte do corpo físico ter de ver isso vagar e permanecer no mundo por décadas ou séculos ( ! ) influenciando novas gerações de insensatos (pois a educação que recebemos é cada vez mais diluída e superficial a cada geração que nos assegure alguma base sólida para separarmos o joio do trigo), sem ninguém para por um fim nisso, pois tomamos o máximo de cuidado para não termos ninguém autorizado ou habilitado para isso e estamos na fase de preservar os 'valores culturais' da nossa época PARA SEMPRE (se depender do mundo como ele é hoje), pois afinal, trata-se agora de um PATRIMÔNIO que não pode ser julgado, não é assim? Nesse momento, o descaso do artista para com o progresso real e a Evolução se volta contra ele mesmo pois suas criações agora PERMANECERÃO ("imortalizado" em sua obra...), já que não há noção de Evolução... por muito, muito tempo, causando dano e transmitindo em tempo real essas consequências de volta ao seu autor onde quer que esteja, impedindo o SEU progresso também. É Assustador, mas justo que assim seja.
Mas podemos minimizar esse
impacto que causamos equilibrando essa visão
maior com quaisquer necessidades de sobrevivência
temporárias que tenhamos hoje, que, como
disse, são justas. Usamos muitos sofismas
para justificar nossas ações artísticas
perante nossas consciências, estas servem
para rir agora ou para formar uma roda de apoiadores
(todos no mesmo barco na verdade) mas nenhum deles
servirá para nos proteger do choque de retorno
mais tarde se escolhermos o caminho da ilusão. Pense em quantas vezes não esteve em suas
mãos escolher entre um rumo e outro, entre
influir para algo bom ou contribuir para algo fútil
ou uma flagrante inversão de valores, quando
o motivo maior nem sempre era sobrevivência
de verdade. Talvez fosse a sobrevivência do
seu modo de vida já calcado em inversão
de valores.
Nem tudo será facilmente reconhecido como bizarro, fútil ou de inversão de valores, devido ao grau de hipnose coletiva já alcançado, pois há diversas contribuições artísticas aparentemente boas, humanitárias, apoiadoras de causas etc., mas que na verdade são apenas outro nível de sofisma, que passa desapercebido da maioria que não desenvolveu sua percepção e discernimento ainda. São as propagandas que apoiam a obtenção de fundos para combate ao câncer em suas várias formas, por exemplo, quando oficialmente se desconhece a causa dessa enfermidade que muitas vezes está ligada ao "produto" sendo promovido de forma festiva e para crianças (!) como no caso de alavancar ainda mais (!) o abate monstruoso de animais e o consumo de suas carnes com renda "revertida" para hospitais e instituições que tratam dessa doença, onde todos ficam "felizes" por estarem participando: a suprema ironia de se estar engajado em algo aparentemente humanitário mas que na verdade não tem como ser pois é baseado na ignorância de dogmas científicos e outros interesses. Quando a arte for orientada por uma nova noção de ética, por um compromisso com o progresso e evolução não mais participaremos de coisas assim, procurando sobreviver por outros meios menos chocantes. Por último, mas não
menos importante, está o fato que devemos
sempre lembrar que o artista de modo geral por ser
uma pessoa com uma visão que deseja materializar,
muitas vezes a qualquer custo e que depende de terceiros
para isso, sempre foi manipulado por clientes e
demais pessoas que encomendam suas artes, acenando
com a cobiçada publicação
de sua obra como objetivo maior (os artistas sabem
do que estou falando) cientes de que o "artista" é o elo mais fraco na cadeia de poder e interesses. Tanto artistas novos como
veteranos costumam ainda se envaidecer com o fato
de particpar desta ou daquela campanha tola (mas
de grandes marcas) ou por aparecerem impressos junto
a coisas da moda, não importando para que
produto etc. Os veteranos já sabem o que
estão fazendo, se é legítimo
ou não, mas fica o conselho para quem está
começando para pensar bem quais são
seus motivos para contribuir para tais coisas. Tornar-se
conhecido, ser visto, publicar, mostrar seu talento
e técnica, ter a tão sonhada "chance" de aparecer e ter as portas abertas para sua carreira, etc? Tudo isso é muito
manjado e típico e pode estar servindo para
desencaminhar seu espírito em nome do aplauso
do mundo. Todos podemos precisar nos tornar conhecidos
para termos mais serviço etc., tudo isso
é óbvio, por isso não está
sendo esquecido. Tudo o que se pede é uma
maior conscientização na hora em que
podemos escolher que caminho seguir.
Vale lembrar
que não se está julgando o trabalho
dos outros, pois cada um sabe de si, mas sim chamar
nossa atenção coletiva para um fato
inegável de que, ao olharmos somente para o status e a técnica usada, ou o prestígio obtido sem merecimento real etc., considerando tudo como válido para a repetitiva justificativa de "diversidade cultural e liberdade de expressão", estamos esquecendo que somos todos Consciências sob a Lei da Evolução que nos impulsiona sempre para frente e que sempre há um retorno tanto para nós como para nossas famílias do exemplo profissional que damos hoje. A prática de se dar o mínimo para obter o máximo deverá dar lugar a uma escolha mais inteligente: de que é impossivel fazer o mal aos outros sem fazer primeiro a nós mesmos e que, portanto, idéias progressistas e eficazes na realização do Bem Maior é proveitoso para todos enquanto a outra é contraproducente e causa desperdício de energia e recursos porque é movida por atrito e por enganar a coletividade para obter proveito rápido, como acontece na esfera da publicidade onde não há uma ética maior que cerceie a afrontosa enxurrada diária de "produtos e serviços" que nos tomam de assalto de forma insidiosa e barulhenta, usando as técnicas conhecidas da repetição insana e uma estética cada vez mais atraente para agressivamente vencer nosso já tímido filtro psíquico do que é certo e verdadeiro. Pelo senso comum, atacar alguém enquanto dorme é
tido como covardia. Então da mesma forma se deve definir a publicidade
e as notícias que nos tomam de assalto no estado de vigília que é
considerado por muitos estudos sérios como o verdadeiro sono da
consciência, com ou sem as benesses do controle remoto tão propagado como simbolo de liberdade do "consumidor"! É essa a liberdade que julgamos ter? É para essa moenda de consciências que estamos contribuindo com nosso talento, achando que tudo isso representa liberdade cultural? A vida não tolera desperdícios para sempre e contém em si, os mecanismos de correção individual e coletiva. Longe de ser uma "pregação" moralista de conceitos do alto de uma cátedra inexistente, é apenas o bom senso que todos já deveríamos estar pondo em prática de forma mais corajosa e incisiva, sem ficarmos mais só em cima do muro, arremessando sofismas aos menos dotados de acuidade mental para perceber o jogo comum, já muito desgastado e muito pobre que se esconde por trás, na tentativa igualmente triste de ridicularizar aquilo que se teme encarar de frente, por tudo que representaria de mudanças em nossas vidas. Já se parou para pensar em quantas vidas já gastamos nessa indecisão, descrença e apatia em relação a existência ou não de um Comando Central da Vida que tudo sabe, tudo guia, tudo provê e tudo corrige de forma incrívelmente inteligente, para um fim igualmente inteligente, quando os exemplos e as provas estão em toda parte? É assustador ver a dívida crescer e tantas coisas continuarem a enaltecer, encobrir e contribuir com seu aumento. Um exemplo? Essa é fácil: o abate monstruoso de animais para consumo como algo normal na nossa sociedade, algo que corre quase como que sob "segredo de justiça"...onde está a Ecologia nisso? Proteger a baleia mas enfileirar o boi para o abate mecânico impiedoso? Qual deve viver? Qual foi "criado para consumo"? Há diversas maneiras de empregar essa
visão que se afiniza com muitas areas de
interesse como: desenvolvimento de projetos inovadores,
causas humanitárias e de consciência
global, materiais inovadores para crianças,
a Ilustração e o Design aplicados
ao mundo do Naturalista, como procuramos fazer aqui, e inovações
científico-espiritualistas para mencionar
alguns projetos fascinantes e eminentemente úteis
que vão além do modismo "ecológico".
Cada um pode encontrar sua forma de contribuir com
sua arte em qualquer área: ilustração,
computação gráfica, arquitetura,
design, videomaking, animação, literatura,
escultura e música para mencionar alguns
dos mais óbvios. Um bom começo é
procurar referências melhores de tudo isso
e iniciar um desligamento da realidade nociva e
mais baixa em termos de freqüência vibratória
enquanto se promove uma ligação com
realidades melhores e maiores, aperfeiçoando
sempre. Como diz o ditado: não se pode encher
um copo já cheio com uma água mais
pura. Se isso lhe interessou e gostaria de ver o desenvolvimento do tema, prossiga com Uma Vacina para as Artes.
Então, o que vem a ser o CONHECIMENTO ESSENCIAL? Escolhi esse nome para indicar que existe um Conhecimento Essencial que se pode chamar como tal, apesar dos meios de comunicação e muitas pessoas preferirem manter tudo sempre no curral da polêmica para nunca se poder concluir nada nas áreas que importam. É um conhecimento que existe há muito tempo e em toda a parte, sem estar preso à um só sistema filosófico-religioso-científico, que vem sendo corroborado, ampliado e trazido à luz a cada dia que passa pela Verdadeira Ciência de pesquisadores sérios e geniais em todo o mundo que estão menos atrelados ao establishment científico-religioso dos tempos modernos de modo que não é mais possível ignorar as provas e os indícios que surgem em toda parte. Esse Conhecimento Essencial não deve ser confundido com as 'descobertas' de qualquer área alardeadas pelos meios de comunicação que na maioria das vezes só representam o mesmo pensamento oficial e distorcido de sempre para as massas sentirem que estamos progredindo na direção certa e que portanto, não são um conhecimento mais profundo das verdadeiras causas das coisas que nos ofereça os meios de nos libertarmos da ilusão, desenvolver nosso verdadeiro potencial consciencial e nos alinharmos com a Leis da Criação, para um futuro mais verdadeiro, consciente e feliz. A ilusão da vida cotidiana mantida à força, também todos os dias de nossas vidas, tende a mascarar e manter essas realidades o mais longe possível das pessoas, para que não se dêem conta do seu potencial e nem da manipulação profunda a que estão sujeitas. Mas esse tempo também está terminando como iremos mostrar aqui em nossa pequena contribuição para com o Despertamento.
Assim sendo, o CONHECIMENTO ESSENCIAL é a base sólida da ARTE ORIENTADA POR EVOLUÇÃO e da NOVA CONSCIÊNCIA NATURALISTA que dele derivam e que aqui estão sendo desenvolvidos e propostos como um tripé do que é iDStudio para mim. Os textos do Conhecimento Essencial estão sendo desenvolvidos. Clique aqui para entrar.
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